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Há muitas razões, mas a mais simples é esta: o Google decidiu que outros sites são mais relevantes para quem pesquisou.

Essa decisão é tomada em frações de segundo e baseia-se em centenas de fatores analisados em cada página da internet. Sempre que o Google visita um site, através dos seus robôs de indexação (crawlers), lê o conteúdo, avalia a estrutura, mede o comportamento dos utilizadores e atribui uma pontuação à página. Quanto mais alta essa pontuação, maior a probabilidade de o site surgir nos primeiros resultados.

Porque é que eu vejo o meu site… mas os outros não?

Isso é normal. O Google personaliza os resultados com base no histórico de pesquisa, localização e comportamento de cada utilizador. O facto de o seu site lhe aparecer a si não significa que apareça aos seus clientes.

Para ter uma perceção mais realista, deve pesquisar em modo anónimo ou utilizar um serviço que não guarde histórico, como um proxy. Assim consegue ver os resultados de forma mais próxima da realidade.

Resultados pagos vs. resultados orgânicos

Os resultados do Google dividem-se em dois tipos:

  • Resultados pagos – anúncios que surgem através do Google Ads
  • Resultados orgânicos – posições conquistadas através de critérios de qualidade e relevância

Os resultados orgânicos não podem ser comprados. Qualquer tentativa de manipulação ou técnicas abusivas aumentam o risco de penalização ou exclusão dos resultados.

O trabalho de otimizar um site para aparecer melhor nos resultados chama-se SEO – Search Engine Optimization. Não é rápido, não é simples, mas é possível.

Os fatores mais importantes para o Google

Embora existam centenas de critérios, estes são alguns dos mais relevantes.

1. Comportamento do utilizador

Quando alguém faz uma pesquisa e clica num resultado, o Google observa o que acontece a seguir:

  • a pessoa sai imediatamente?
  • encontrou o que procurava?
  • continua a navegar no site?

Este comportamento ajuda o Google a perceber se aquele resultado foi útil ou não. Por isso, um site claro, rápido e com bom conteúdo tem vantagem.

Títulos e descrições bem escritos aumentam a probabilidade de clique. Conteúdo confuso ou enganador faz o utilizador sair — e isso prejudica o posicionamento.

2. Conteúdo relevante e bem escrito

O Google não “vê” imagens nem vídeos como um humano. Ele baseia-se principalmente no texto.

As palavras importantes devem aparecer de forma natural no conteúdo, sem exageros. Repetições forçadas são facilmente detetadas e penalizadas.

Conteúdo mal escrito, com erros ou duplicado, perde relevância. Conteúdo claro, útil e original ganha vantagem.

Por isso, sites com conteúdos regulares — como artigos ou páginas bem explicadas — tendem a posicionar-se melhor ao longo do tempo.

3. Velocidade do site

Um site lento é um mau resultado de pesquisa.

Se uma página demora demasiado tempo a carregar, o utilizador abandona — e o Google regista isso. Hoje, a velocidade é um fator crítico tanto para SEO como para a experiência do utilizador.

4. Ligações de outros sites

Quando outros sites apontam para o seu, isso funciona como uma recomendação. Mas nem todas as ligações têm o mesmo valor.

O Google avalia:

  • quantos sites ligam ao seu
  • a qualidade desses sites
  • se o tema é relevante ou relacionado

Ligações artificiais ou provenientes de sites de baixa qualidade podem prejudicar mais do que ajudar.

5. Partilhas em redes sociais

Embora não sejam um fator direto, as partilhas ajudam a aumentar a visibilidade do conteúdo. Conteúdos que despertam interesse tendem a ser partilhados — e isso gera visitas, interações e, indiretamente, relevância.

Em resumo

O Google procura responder a uma pergunta simples:
“Qual é o melhor resultado para esta pessoa?”

Sites que são claros, rápidos, úteis, funcionam bem em qualquer dispositivo e respeitam o utilizador têm sempre vantagem.

SEO não é um truque. É o resultado de decisões bem feitas ao longo do tempo.

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